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Arte em Trânsito

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15 de Janeiro de 2013

Com o mercado em expansão, o número de obras de arte transportado nas ruas do Brasil e, portanto, a necessidade de especialistas altamente transporta ascensão.

A valiosa carga chegou ao Brasil em um vôo especial. Admilson Luiz Pereira estava na pista de pouso com o caminhão Volkswagen Worker 24.250 muito antes de a arte chegou, pronto para carregar o famoso "Abaporu" (uma palavra semelhante a "man eater" em uma língua indígena) da pintora brasileira Tarsila do Amaral . O quadro "Abaporu" foi leiloada em 1995 pelo colecionador argentino Eduardo Constantini 1,25 milhão de dólares americanos. O valor da imagem é agora estimado em 10 milhões de dólares americanos. É pintura brasileira mais cara do mundo. Seu transporte é uma responsabilidade enorme.

"Nesse momento, você se sente muito importante. É um sentimento maravilhoso ser parte no transporte de um trabalho tão valioso e admirado da arte", explica Admilson. Pintado em 1928, o "Abaporu" é considerado uma obra-chave do modernismo brasileiro e inspirou o "Manifesto Antropófago" (Manifesto Cannibal). Depois de longas negociações entre o Ministério das Relações Exteriores eo MALBA, o Museu de Arte Latino-Americano de Buenos Aires, a pintura chegou ao Brasil em 2011 como parte das "Mulheres, artistas do sexo feminino e mulheres brasileiros" exposição no Palácio do Planalto, o sede do Governo brasileiro.

Esta exposição também exibiu obras de Anita Malfatti, Djanira, Tomie Ohtake, Leda Catunda, Lygia Pape e Lygia Clark. Doze pessoas e quatro caminhões foram utilizados para o transporte terrestre. "Nós adquiridos obras de arte de vários estados brasileiros para a exposição", disse Markus Henrichs, gerente de projeto de Alves Tegam, uma empresa sediada em São Paulo especializada no transporte de obras de arte. Todos os nossos pedidos são tratados com o mesmo cuidado como o "Abaporu" foi. Cada peça é única e insubstituível.

Realização logístico Brilhante

Alves Tegam foi a principal empresa de transporte para a SP-Arte 2012, a maior feira de arte contemporânea na América Latina. "Nós transportou os trabalhos de cerca de 75 galerias", explica Henrichs. A SP-Arte não é uma exposição convencional, uma vez que pretende vender as obras colocam em exposição. Embora seja voltado para um público especializado, a poucos visitantes de feiras pode imaginar a complexidade logística necessária. Cíntia Castellani Alves, proprietário da Alves Tegam, explicou:. "Na maioria dos casos, as obras de arte estão em vários estados Usando uma lista de obras de arte, nós definimos as equipes, tipos de embalagens, rotas e os modelos de caminhões para o transporte ".

No último dia da SP-Arte comércio justo, as equipes Tegam Alves ainda estavam trabalhando para devolver as peças não vendidas de volta para as galerias original o mais rápido possível. A frota de caminhões Alves Tegam viajou em frente todo o Brasil para o transporte inicial e retorno da obra de arte. A empresa de transportes foi fundada em 1999 e tem 11 caminhões VW, todos equipados para o transporte de objetos frágeis: seis de entrega 8.150 modelos, três 24,250 modelos Worker e dois Constellation 13.180 modelos.

Viagens seguras

Os caminhões têm um corpo alinhado e com ar condicionado com controle de temperatura e umidade, uma plataforma hidráulica adaptada e uma suspensão modificada. O corpo praticamente flutua sobre almofadas de ar. "Se um copo cheio de água estava no corpo, nada iria derramar, já que cada movimento para cima e para baixo é compensado", explicou o director de gestão.

Atenção especial foi colocada sobre os motoristas. Admilson Pereira tem vindo a trabalhar para Alves Tegam por 12 anos. Antes de sua primeira implantação, ele completou um curso de formação de três meses. Entre outras coisas, ele relembra o transporte da carta original de Pero Vaz de Caminha ao rei de Portugal e várias obras valiosas do mestre holandês Albert Eckhout para a "Mostra do Redescobrimento" (Exposição de redescoberta) em 2000. Além do equipamento de transporte adequado, as embalagens devem ser adaptados para atender as particularidades de cada obra de arte. Alves Tegam tem a sua própria oficina de carpinteiro, quando a embalagem para cada tipo de arte - escultura, pintura, fotografia e instalação - é feito sob encomenda. "Você não pode ser cuidadoso o suficiente Afinal, além de valor monetário do trabalho, há algo que é insubstituível:. O valor emocional que o artista tem para o trabalho", disse o proprietário da empresa Cíntia Alves.

Independentemente do estilo ou do valor da obra, todos os transportes são cobertos pelo seguro, a partir da captação das peças durante toda a duração da exposição ao transporte de retorno ao local de origem. Os caminhões também são monitorados 24 horas por dia via satélite. "Nós monitoramos todos os veículos ao redor do relógio e essa vigilância é extremamente importante", disse Cíntia.

Outra medida de segurança inclui: escoltas que acompanham a arte transportada para protegê-los. Colecções de arte que são particularmente valiosas são também distribuídos em vários caminhões. "Tudo isso é discutido com o museu, a companhia de seguros e todos os outros envolvidos", explica Cíntia.

Fonte: http://www.man.eu/br/imprensa-e-m_dia/especiais/_bersicht/Special-Details-42433.html
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